Árdua tarefa é ser professor em um país que é 88º colocado no ranking de educação da UNESCO (
http://www1.folha.uol.com.br/saber/882676-brasil-fica-no-88-lugar-em-ranking-de-educacao-da-unesco.shtml),
atrás até mesmo de países latinos muito mais 'pobres' que o Brasil como
Peru, Equador e Bolívia. Já que Uruguai, Chile e Argentina estar na
frente deste tupiniquim país não é novidade para ninguém.
O país é campeão em problemas disciplinares, o tempo que já é escasso
para exposição pedagógica fica ainda menor quando se tem que 'ensinar'
alunos indisciplinados e os mesmos impedem o avanço de outrem. É a
chamada terceirização da educação, o ambiente familiar quer se isentar
da responsabilidade de educar o filho. Os país estão transferindo o
intransferível, a responsabilidade educação dos filhos. No Brasil esse
tipo de situação vem se tornando cada vez mais frequente, além de não
valorizado financeiramente, o professor brasileiro está sendo massacrado
emocionalmente também.
Não haverá grande mudanças sociais sem
investimento pesado em educação, existirá o assistencialismo medíocre
que não produz autonomia e gera dependência. Se a educação não ocupa
lugar central nas políticas públicas de um país o mesmo está fadado ao
fracasso. Sem educação um país não tem futuro, pode se falar em pré sal,
petróleo sem investimento em educação nenhuma mudança significativa vai
acontecer. Reformas? reformar o que? Oque se pede do Brasil é uma
revolução no sistema educacional. Mas quem vai falar em educação nos
próximos 4 anos? afinal se existe uma copa do mundo e uma olimpíada a
ser entregue, e quando se tem entretenimento e diversão quem vai falar
em educação?!!
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de João Pessoa 2012 vote: 28.888 NEUSIANA FERNANDES – “Por Novos Tempos”, pra lutar pela EDUCAÇÃO.
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